sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Gente como a Gente praticando Gentiliza.


Gentiliza gera Gentiliza.
 “Quando funcionários (do servente ao diretor) de saúde agem com profissionalismo, dedicação e carinho para com os idosos sob seus cuidados.”  

Meu nome é Luiz Fortes (criador deste blog) e presenciei e usufrui desse tratamento. Este é um relato de uma maratona de uma semana em que precisei receber atenção especial devido a variações preocupantes dos meus batimentos cardíacos. Vendo tudo e registrando na memória. Aqui começa uma sequência impressionante de observação no comportamento profissional de todos os envolvidos, como estava totalmente lucido, fui observando tudo ao entorno.


 
arquivo pessoal
 O SUSTO No dia 24 de Junho (terceiro Jogo do Brasil na copa 2026) ainda na parte da manhã, tive um desmaio, e fui levado a UPA – Realengo (próximo a Linha férrea) ali, já começa o bom atendimento. O maqueiro Alex Aguiar -o Crioulo ) prontamente percebendo meu estado e junto com o relato do amigo Charles Argibai, que me levou, recomendou urgência no atendimento devido a constatar batimentos cardíacos em 45 BPM e PA em 14/7. Pouco tempo depois Drª. Kyrne já me atendia, e relatei que tinha acabado de ter um desmaio do nada e que vinha sentido cansaço em pequenos esforços e tonteiras, inclusive após agachado se levantasse rapido sentia forte tonteira, então ela pediu um eletrocardiograma que constatou uma bradicardia preocupante, solicitou exames para verificar o risco de infarto que foi descartado e depois de nove horas fui liberado, com recomendações de procurar um cardiologista o que fiz no dia seguinte, e de lá saindo com vários pedidos de exames, e já agendei para o dia seguinte exames de sangue o de teste Ergométrico. Mas vale ressaltar que toda a equipe merece elogios, nas horas marcadas viam fazer os exames, passavam e perguntavam se estava bem, nota 10! 


reprodução internet.
A URGENCIA Dia 26 fui ao Med-Lab Barra para executar os  dois exames pedidos, preferencialmente neste local, e assim que a  Drª ... fez o primeiros monitoramentos ela detectou algo errado,  perguntou se eu estava sentindo algo, ao qual neguei. Ela afirmou  ser estranho pois era anormal a situação. Disse que iria parar o  exame, e que eu deveria ir a um posto médico urgente, pois  mostrava batimentos muito fracos e poderia durante o teste passar  mal, e fez um encaminhamento para emergência. Fui internado no  mesmo dia na Emergência da Medi-Sênior Barra e sendo  monitorado pelos profissionais, Sergio e Rogerio com muita  dedicação (vale ressaltar) e transferido para o Hospital de Campo  Grande na mesma noite. 

 

 Obs: tanto na Barra quanto em Campo Grande fiquei acomodado em posição privilegiada, pois tinha a visão praticamente todo o ambiente. Tanto o posto de comando do médicos e assistentes e o Ir e vir dos enfermeiros e técnicos, dando e recebendo ordens e orientações e muitas trocas de informações. 
Presenciei as passagem de comando entre equipes, me senti como numa torre de comando de aeroporto, ou no alto de um farol marítimo, de onde se tem uma visão privilegiada do espaço a sua volta. E nesses dias internado, enquanto aguardava a decisão da junta médica a meu respeito, li o restante de um livro (mania de sempre carregar um) depois, já que estava lúcido e sem nada pra fazer, pude acompanhar o vai e vem de todos os profissionais que circulavam na
UPC
(Unidade de Pacientes Críticos) de 12 em 12 horas trocava o turno dos profissionais de saúde.

Simulação por IA - Equipe Médica
Obs: Meus amigos próximos sabem que minha memória não é lá essas coisas, mas procurei exercitar a mente memorizando o nomes dos profissionais que circulavam e pelos quais me referia pelo nome e isso por si só criava um melhor relacionamento entre nós. 

 

 Todo os nomes citados são verdadeiros, sem exceção. Infelizmente a memória não arquivou todos os nomes. 
Os médicos quando assumiam os plantões vinham ver como cada interno estava? Minha reposta era: Exatamente como está no prontuário= PACIENTE (só para descontrair), mas depois relatava que estava bem, não sentia nada, em dor e sem remédios, só o coração “em ritmo de tartaruga, mas eu contava com eles pra ganhar essa corrida do coelho.” Procurava chamar pelos nomes para criar uma relação de empatia. “E não: Moça vem cá! E sim: Tamires pode me ajudar quando puder” “Oi Estela tudo bem? Por um acaso não teria cotonetes? Ah, eu Luiz infelizmente não, mas que tal usar gazes? Poso pedir as meninas! Tá ótimo, deve servir, obrigado assim mesmo. Ou então provocava dessa forma: Oi Ester quando tiver um tempinho dá uma passadinha aqui? (Sabia que ela estava em outra missão, tinha observado antes. “Tá seu Luiz, volto já-já ai.” E realmente voltavam. Todos tratavam os pacientes no leitos pelos nomes e não por números Sou eternamente grato ao tratamento humanitário de todos, desde as copeiras, aos da limpeza, passando por médicos, fisioterapeutas, neurologistas, enfermeiros, técnicas em enfermagem, ao pessoal da administração, aos profissionais das ambulâncias todos dedicados em suas funções. Alguns nomes que guardei e sou eternamente grato a todos. Peço a Deus que abençoe todo vocês (em ordem alfabética sem desmerecer cargos ou títulos).
 
Adriana, Adriano (obrigado pelo banho de sol), Amanda, Ana, Andreza, Anne (grato pelas palavras cruzadas), Brendo, Carina, Carla, Carol, Caroline, Cristiane, Darlei, Estela, Ester, Josiane (tão querida que pediram o cancelamento das férias), Júlio, Karoline, Laís, Poliana, Priscila, Rosiene (Rô), Samira, Suzane, Tamires, Wlander
Como disse, tratavam à todos super bem sem exceção, até os pacientes rabugentos os funcionários nunca saiam da linha. Não percebi em nenhum momento que tinham trazido problemas de casa para o trabalho, certamente o problemas estavam lá, mas em nenhum momento nesses dias internado, percebi qualquer desvio emocional por problemas pessoais. Não posso dizer que este foi o melhor atendimento que eu poderia ter, pois não estive em outras redes particulares de saúde (e espero não precisar). Mas afirmo com toda a certeza que o idosos atendidos pela MED-SENIOR, são muito bem tratados nestas três unidades mencionadas: Barra, Campo Grande e Botafogo. 
 Obervações: 1)EMPATIA: Em Botafogo, ouvi os profissionais (em dois turnos diferentes)  falarem especificamente de uma paciente que estava internada há vários meses, lá e finalmente teria alta. Falavam com um carinho dela, com mistura de saudade e felicidade por ela se recuperar. Muito legal isso.

 2) ALINHAMENTO INTERESSANTE: Numa das equipes dos plantões em Campo Grande, notei um alinhamento além do profissional, também nos nomes. Essa equipe liderada pela Drª Poliana, aceitou o meu jeito brincalhão, vou sentir saudades de todos em especial da DrªPoliana, uma pessoa contagiante de forte irradiação de boas energias. Mas recuso o convite de “Volte Sempre”.💓

Luiz Fortes

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